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No dia , a CCDR Algarve I.P. recebe o evento “ ”, promovido pela Ireland Portugal Business Network.

Com a participação de José Apolinário, Presidente da CCDR Algarve I.P., Patrícia Pinto, vice-reitora de Parcerias e da Universidade Europeia dos Mares (SEA-EU), e Antónia Correia, Presidente da KiPT CoLAB (Projeto CodeBLUE), esta sessão vai explorar oportunidades, inovação e sustentabilidade ligadas ao mar.

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çã : https://www.ireland-portugal.com/events/algarve-blue-economy-innovation-and-european-funds-/#bookingform

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#economiaazul #algarve #inovação #FundosEuropeus #sustentabilidade



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#ExplorarONorte | Edição Especial Dia Internacional dos Museus A celebração da…

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#ExplorarONorte | Edição Especial Dia Internacional dos Museus

A celebração da cultura estende as suas propostas até à majestosa paisagem duriense. A arte atua como um pilar essencial do território.

Museu de Lamego: Às 16 horas de hoje, dia 17 de maio, a instituição apresenta o concerto virtual “Acordes de Paz”. Através dos meios digitais, o espaço proporciona uma viagem inédita por lugares atualmente encerrados ao público para obras de requalificação.

Museu do Douro (Peso da Régua): O dia 18 de maio centra o foco na transmissão do saber. A oficina de sombras e silhuetas, concebida para as crianças do Centro Escolar das Alagoas, reflete o compromisso com a educação das novas gerações.

A identidade do Norte compreende os seus rios, as suas gentes e a sua história. Descubra os tesouros artísticos do Douro.




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Alentejo Central

Portugal apresentou em Pasaia o sonho de criar o maior festival náutico da Europa

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A presença portuguesa no Pasaia Itsas Festibala ganhou hoje uma dimensão muito para além da navegação tradicional. Depois das demonstrações marítimas realizadas pelas embarcações portuguesas na baía basca, o Instituto Português de Arte e Cultura promoveu uma ampla apresentação audiovisual dedicada à cultura marítima portuguesa, num encontro que reuniu dezenas de tripulações internacionais, representantes culturais e visitantes do festival.
Num dos espaços centrais do evento, perante uma enorme afluência de participantes oriundos de países como França, Irlanda, Inglaterra e Espanha, Portugal apresentou não apenas as suas embarcações tradicionais, mas também uma visão cultural integrada do mar enquanto elemento de identidade, memória e património vivo.
Ao longo da sessão foram exibidas imagens e documentários sobre algumas das mais emblemáticas tradições marítimas portuguesas, entre elas as festas de Festas de Santa Luzia, o círio e as festas tradicionais da Caldeira de Tróia, as celebrações náuticas de Vila Franca de Xira e da Póvoa de Santa Iria, bem como as tradicionais festas de São Pedro do Montijo, profundamente ligadas à cultura ribeirinha e piscatória do Tejo.
A apresentação permitiu ainda mostrar aos participantes internacionais a dimensão cultural e paisagística do Grande Lago de Alqueva, numa perspetiva que cruzou património, turismo sustentável, memória e identidade territorial portuguesa.
Um dos momentos mais marcantes da sessão aconteceu com a exibição de um filme dedicado ao Cante Alentejano, Património Cultural Imaterial da Humanidade, e o grupo dos pedrinhas de Arronches. Durante a apresentação foi igualmente referido o trabalho desenvolvido em torno de uma futura candidatura internacional ligada à preservação desta herança cultural do Alentejo, despertando forte interesse entre os participantes estrangeiros presentes.
Mas a sessão acabaria por atingir um dos seus pontos altos com a apresentação do livro O Mar onde nos lemos, da autoria do jornalista e documentarista Carlos Papafina, distinguido com o Prémio “Mares da Lusofonia” 2025, instituído pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
A obra, profundamente centrada na relação entre Portugal, o oceano e o espaço lusófono, despertou enorme curiosidade entre as tripulações participantes, enchendo completamente o espaço reservado à apresentação. Muitos dos presentes permaneceram após a sessão para conversar com a delegação portuguesa sobre património marítimo, cultura atlântica e os projetos que o Instituto Português de arte e cultura pretende desenvolver no futuro.
Segundo elementos da organização portuguesa, este encontro teve um objetivo muito claro: mostrar que Portugal possui condições históricas, culturais e patrimoniais para acolher, num futuro próximo, um grande festival marítimo internacional de dimensão europeia.
Esse é, aliás, um dos grandes projetos atualmente defendidos pelo Instituto Português de Arte e Cultura: criar em Portugal um dos maiores eventos náuticos ligados ao mar e ao património marítimo europeu, reunindo embarcações tradicionais internacionais, culturas atlânticas, música, cinema documental, gastronomia, memória e turismo sustentável.
A ambição portuguesa surge inspirada precisamente no sucesso crescente do festival basco, que este ano reúne mais de 120 embarcações tradicionais de vários países e milhares de visitantes ao longo da baía de Pasaia.
Ao longo destes dias, o festival tem promovido concertos, exposições, visitas a embarcações históricas, demonstrações de ofícios tradicionais, encontros culturais atlânticos e apresentações ligadas ao património marítimo mundial. A edição de 2026 tem ainda como convidado de honra o Canadá, explorando as antigas ligações marítimas entre os baleeiros bascos e os povos indígenas do Atlântico Norte.
No entanto, entre as dezenas de bandeiras presentes na baía de Pasaia, a representação portuguesa destacou-se hoje pela capacidade de cruzar tradição marítima, património imaterial, cinema documental, literatura e identidade cultural num único espaço de apresentação.
Mais do que uma participação protocolar, Portugal apresentou em Pasaia uma visão estratégica: transformar o património marítimo nacional num verdadeiro projeto cultural europeu.
E muitos dos participantes estrangeiros presentes pareciam ter compreendido exatamente isso.



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Há 40 anos, escolhemos a Europa. No Norte, essa escolha trouxe mais coesão, mais…

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Há 40 anos, escolhemos a Europa.
No Norte, essa escolha trouxe mais coesão, mais inovação e mais oportunidades.
No dia da Europa celebramos o caminho feito e renovamos a ambição de continuar a construir uma Europa mais próxima, mais forte e com futuro.




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CM Pampilhosa da Serra / Monsenhor Nunes Pereira “voltou” a Fajão

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A aldeia de Fajão foi hoje (16 de maio) palco de uma tarde de triplo significado na homenagem à memória artística e cultural de Monsenhor Nunes Pereira. A iniciativa integra-se no programa comemorativo “Nunes Pereira. Do nascimento ao (re)nascimento”, que decorre até dezembro deste ano, e reuniu entidades parceiras, autarcas e a comunidade num momento de celebração, cooperação e compromisso com o futuro do legado do ilustre filho de Fajão.

A tarde começou com um espetáculo teatral itinerante pelas ruas e espaços da aldeia, protagonizado pelo Teatro Comunitário de Montemor-o-Velho e pela Navio – Companhia de Teatro. O público acompanhou as personagens em movimento pela aldeia, com diversas paragens e representações inspiradas nos Contos de Fajão, num momento simultaneamente lúdico e emotivo. A encenação culminou à entrada do Museu Monsenhor Nunes Pereira, onde atores e público se uniram num momento musical entoado em conjunto — imagem simbólica de uma comunidade que não esquece quem a tornou singular.

Já no interior do Museu, foi assinado o protocolo para a requalificação do Museu A. Nunes Pereira, num ato que marca um passo decisivo na valorização deste espaço de memória e identidade. Estiveram presentes e subscreveram o documento as seguintes entidades: Município de Pampilhosa da Serra, representado pelo Presidente da Câmara Municipal, Jorge Custódio; Seminário Maior de Coimbra, representado pelo Reitor, Padre Nuno Santos; Museu Nacional de Machado de Castro, por Virgínia Gomes, em representação da Diretora do Museu, Sandra Saldanha, ausente por motivos pessoais, e a Junta de Freguesia de Fajão-Vidual, representada pelo Presidente, Aurélio de Campos.

Destacando precisamente o contributo decisivo de Aurélio de Campos na concretização do protocolo, o Presidente da Câmara Municipal, Jorge Custódio, sublinhou o significado deste momento: “Um museu não é um depósito de peças e por isso é preciso que este museu tome corpo, tome alma e que seja capaz de chamar a atenção do público para a magnífica obra de Nunes Pereira — uma figura incontornável, não só pela parte espiritual, mas também pela parte artística.”

A importância desta parceria para a identidade do espaço e para o reforço da memória coletiva, foi destacada pelo Reitor do Seminário Maior de Coimbra. “A identidade do espaço é de facto Monsenhor Nunes Pereira e quando perdemos a identidade perdemos força. O que queremos todos é que essa força retome e esta colaboração vai contribuir para isso mesmo”, frisou.

A tarde encerrou com a apresentação da 3.ª reedição, revista e aumentada, da obra Os Contos de Fajão, da autoria de Monsenhor Nunes Pereira. Esta nova edição é enriquecida com contos recentemente descobertos, com fotografias da viagem de Nunes Pereira à Alemanha — onde recolheu os baixos-relevos dos contos de Beckum — e com matrizes de xilogravuras, reconhecidas como a sua obra maior.

Virgínia Gomes salientou que a obra “comemora a cultura intangível da Beira-Serra recolhida da oralidade por Nunes Pereira” — um testemunho vivo de uma identidade cultural que importa preservar e transmitir às gerações futuras.

A iniciativa de hoje contou também com a presença institucional dos municípios parceiros do programa comemorativo: Coimbra, Lousã, Arganil, Góis, Montemor-o-Velho e Cantanhede — concelhos que, tal como Pampilhosa da Serra, se reconhecem no legado de Monsenhor Nunes Pereira e partilham o compromisso de o honrar e projetar.

O programa “Nunes Pereira. Do nascimento ao (re)nascimento” prossegue até ao final do ano, com novas iniciativas que continuarão a afirmar Fajão, Pampilhosa da Serra e os concelhos parceiros como territórios de cultura, memória e identidade.



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