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Cultura

Igrejas de Monforte abrem as portas à Música

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As Igrejas de Monforte abriram portas à Orquestra Ligeira Novas Melodias, da Sociedade Filarmónica Monfortense e aqueceram os corações das gentes de concelho.

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Alentejo

Artes Visuais: A magia da estereoscopia revela um “novo” Campo Maior no espaço.arte

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O espaço.arte, em Campo Maior, inaugurou este sábado, 24 de janeiro, uma exposição que promete alterar a forma como olhamos para a vila. “Campo Maior – Uma Visão Estereoscópica”, da autoria do arquiteto campomaiorense Luís Caraças, convida os visitantes a mergulhar numa experiência visual imersiva onde a fotografia ganha uma terceira dimensão. Através da técnica da estereoscopia, as imagens deixam de ser planas para oferecerem um “sentimento de presença”, transportando quem as observa diretamente para o coração dos cenários retratados.

A mostra é composta por 38 imagens, entre fotografias captadas pelo próprio autor e outras preciosidades recolhidas ao longo de décadas. O arco temporal da exposição é vasto, cobrindo registos desde o século XIX até ao ano de 2015. É um autêntico bilhete de identidade visual do concelho, onde não faltam as emblemáticas Festas do Povo, as procissões religiosas, o quotidiano dos campomaiorenses e os cantos e recantos que definem a alma da vila.

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Mais do que uma simples galeria de fotos, Luís Caraças pretende que esta exposição seja pedagógica, explicando o que é a estereoscopia e como esta técnica consegue captar a dimensão sensorial do espaço. Para o espetador, o efeito é surpreendente: a sensação de profundidade e o realismo das texturas permitem redescobrir momentos históricos e rotinas banais com uma nitidez que a fotografia convencional raramente alcança.

A exposição “Campo Maior – Uma Visão Estereoscópica” estará patente no espaço.arte até ao dia 12 de abril. É uma oportunidade única para os habitantes da região e visitantes explorarem o património imaterial e arquitetónico de Campo Maior através de lentes que desafiam a nossa perceção visual habitual.

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Alentejo

Tesouros Ocultos: Restauro revela pinturas do século XVII na Biblioteca de Elvas

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O Serviço de Conservação e Restauro da Câmara Municipal de Elvas está a realizar um trabalho minucioso de “resgate” histórico no interior da Biblioteca Municipal. As intervenções, iniciadas em março de 2025, trouxeram à luz do dia tesouros pictóricos que estiveram escondidos durante décadas sob camadas de cal e tintas modernas. Entre as descobertas mais fascinantes está um fresco na escadaria principal e a recuperação de uma rosácea com o símbolo jesuíta (IHS) na zona da receção, elementos que reforçam o valor artístico deste edifício histórico numa cidade que é Património Mundial.

Os trabalhos técnicos têm sido complexos e morosos, exigindo o levantamento cuidadoso de camadas de cal para não danificar os pigmentos originais. Na escadaria, a equipa identificou um nicho emoldurado por “brutescos” — um estilo decorativo clássico — que a investigadora Patrícia Monteiro aponta como sendo do início do século XVIII. Esta tese ganha força com os dados do investigador Rui Jesuíno, que localizou documentos de 1710 referentes à abertura daquela mesma escadaria no antigo Colégio Jesuíta.

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Já na receção, o destaque vai para uma pintura a seco onde brilha o símbolo jesuíta. Embora ainda se estude se esta obra poderá estar ligada ao pintor Brás Romano (que trabalhou no edifício em 1649), os especialistas acreditam que este medalhão será ainda mais antigo que os frescos da escadaria, remontando possivelmente ao século XVII. Estas descobertas não só enriquecem o espólio da Biblioteca, como criam novos pontos de interesse para os turistas que visitam a “Rainha da Fronteira”.

Para a Câmara Municipal de Elvas, este investimento na conservação e restauro é um pilar estratégico. Ao recuperar a memória visual do edificado, o município não só protege a identidade local, como oferece aos leitores e visitantes uma experiência cultural muito mais profunda, onde os livros convivem lado a lado com a arte setecentista.

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Alentejo

Beringel prepara-se para receber nova edição do “Sabores no Barro” no final de março

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A vila de Beringel, no concelho de Beja, já tem data marcada para o seu grande reencontro com as tradições. Entre os dias 26 e 29 de março de 2026, o evento “Sabores no Barro” volta a transformar a localidade na capital da autenticidade alentejana, celebrando a tríade cultural que define a região: a gastronomia de excelência, a arte milenar da olaria e a força do Cante Alentejano. Durante quatro dias, visitantes e locais são convidados a mergulhar numa experiência que une o paladar à mestria das mãos que moldam a terra.

A feira reafirma-se como uma montra de prestígio para a olaria de Beringel, um ofício que nasce do barro local e que continua a ser preservado por “mãos sábias” que mantêm viva uma arte distintiva. A par das rodas de oleiro, as tasquinhas prometem oferecer “sabores que contam histórias”, com pratos típicos que honram os produtos sazonais e o receituário tradicional da planície. Para completar o ambiente, as vozes do Cante Alentejano — Património Cultural Imaterial da Humanidade — prometem arrepiar quem passa, unindo diferentes gerações num coro de identidade.

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O Município de Beja e a União das Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira (Beringel) convidam todos a “viver o Alentejo como ele é”. O certame, que já é uma referência no calendário regional, aposta na valorização do capital humano e dos recursos endógenos para atrair turismo e dinamizar a economia local. Guarde a data e prepare-se para quatro dias onde o barro se torna arte e a mesa se torna ponto de união.

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Alentejo

Moura celebra 38 anos de elevação a cidade com cultura e tradição no Cine-Teatro Caridade

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O próximo domingo, 1 de fevereiro, será um dia de festa para todos os mourenses. O concelho assinala o 38.º aniversário da elevação de Moura à categoria de cidade, uma data histórica que remonta a 1988, quando a lei aprovada pela Assembleia da República foi publicada em Diário da República. Para celebrar este marco, a Câmara Municipal preparou um programa que funde a arte contemporânea com a memória coletiva da cidade.

As comemorações arrancam pelas 10h00, na Galeria do Espírito Santo, com a inauguração da exposição de fotografia “Olhares”, da autoria de João Sardica. A mostra convida os visitantes a uma perspetiva singular sobre o território, abrindo caminho para uma tarde de reflexão e homenagem no Cine-Teatro Caridade. A partir das 15h00, o grande ecrã recordará o passado com a exibição do filme “Moura Anos 30”, um documento visual precioso que retrata a vida e os costumes da cidade em meados do século XX.

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A sessão solene contará com as intervenções de André Gonçalves, Presidente da Assembleia Municipal, e de Álvaro Azedo, Presidente da Câmara Municipal de Moura. O encerramento das celebrações estará a cargo das vozes mais jovens da terra, com a atuação do Grupo Coral Infantil da Escola da Porta Nova, simbolizando a continuidade do Cante Alentejano e a vitalidade das novas gerações de mourenses.

Moura, que deixou de ser “Vila de Moura” no papel em 1988, reforça assim o seu orgulho histórico, lembrando que a sua importância estratégica e cultural no Baixo Alentejo é secular, muito para além do decreto que lhe conferiu o estatuto de cidade há quase quatro décadas.

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