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Sociedade

FESTAS EM HONRA DE N. SRA DO ROSÁRIO REGRESSAM A SÃO PEDRO DO CORVAL

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As Festas em Honra de N. Sra. do Rosário 2019 decorre de 18 de agosto a 1 de setembro no Jardim Público de São Pedro do Corval .

No dia 18 de Agosto, decorre a Procissão com a Imagem de N.ª Sr.ª do Rosário, do seu Santuário (Ermida) para a igreja Matriz de S. Pedro do Corval.

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​​De 19 a 21 de Agosto, pelas 21h30m, é rezado o Terço na Igreja Matriz.

A 22 de Agosto, pelas 11h00m é apresentado o Projeto Adorar – “Igreja Aberta” Exposição do S.S. – Adoração Comunitária​. Segue-se a Vacada Noturna, pelas 21h30m, o concerto de ‘Rumo ao Sul’ e a atuação do DJ Moonlight.

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Na sexta-feira, dia 23 de Agosto, o concerto do”Grupo Banza”dá início aos festejos. Depois ‘Nas Banda Horas’ abrilhantam o baile e o DJ Miss Shy continua a festa pela noite dentro.

No dia seguinte, 24 de agosto, a Alvorada pela Banda S.F. Corvalense abre os festejos às 9h30m da manhã. Pelas 18h a tradicional Vacada faz as delicias dos aficionados, que podem assistir às 22h a um espectáculo de Sevilhanas com “Corazón Flamenco”. A noite continua com ‘Rouxinol Faduncho pelas 22 e 30, que dá depois o seu lugar em palco à banda “Toc & Foge” pelas 24h. A animação segue com DJ Mikas a partir das 03h.

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O dom​​​ingo de festa começa com a Eucaristia na Igreja Matriz, celebrada pelo Reverando Padre Manuel José Marques, pelas 17 h, seguida de procissão com a Imagem da N. Sra. do Rosário, abrilhantada pela banda S.F. Corvalense, pelas ruas da aldeia de São Pedro do Corval. Às 21h30m é dado início a um Concerto da responsabilidade da Banda e Coro da Sociedade Filarmónica Corvalense. Pelas 23h30m começa o Espetáculo “Remember 70’s/80’s com “Grupo Neuma e às 24h00m a animação musical e baile são assegurados por “Pedro Pé Leve”.

Segunda-feira é dia de vacada pelas 17h.

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Dia 27 e 28 de agosto, terça-feira e quar​​ta-feira pelas 21h30m é rezado o Terço na Igreja Matriz.

Na Quinta-Fe​​ira é apresentado o Projeto Adorar – “Igreja Aberta” Exposição do S.S. – Adoração Comunitária, seguindo-se o Terço na Igreja Matriz pelas 21h30m.

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As Festas em Honra de N. Sra. do Rosário terminam a 01 de setembro, pelas 18h30m numa Procissão com a Imagem de Nª Srª do Rosário, acompanhada pela Banda da S.F. Corvalense, da Igreja Matriz/Paroquial para o seu Santuário “Ermida de Nª Srª do Rosário.

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Sociedade

Realizou-se em Huelva, na localidade de La Rábida, a XXXVI Cimeira Luso-Espanho…

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Realizou-se em Huelva, na localidade de La Rábida, a XXXVI Cimeira Luso-Espanhola, que reuniu o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, e o Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, bem como vários membros dos dois executivos.

A cerimónia serviu não só para reforçar as excelentes relações bilaterais entre os dois países, mas também para homenagear quatro décadas de integração, cooperação e progresso partilhado no âmbito do projeto europeu.

O encontro foi dedicado ao tema da segurança climática e pretendeu impulsionar a ação conjunta de Portugal e Espanha na resposta aos impactos das alterações climáticas. Destacou ainda o objetivo de reforçar a adaptação dos dois países aos riscos climáticos e a necessidade de promover a competitividade e a sustentabilidade das duas economias.

A delegação portuguesa integrou o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, o Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, o Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, o Ministro da Administração Interna, Luís Neves, a Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, e a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

Mariana Branco / Portal do Governo | Gonçalo Borges Dias / GPM







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Portugal

Coligação C7 define as suas prioridades de ação para 2026

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A Coligação C7, composta pelas associações de defesa do ambiente FAPAS, GEOTA, LPN, QUERCUS, SPEA, ZERO e WWF Portugal, renova o seu compromisso na defesa, proteção e valorização da natureza e da biodiversidade em Portugal, com a redefinição dos assuntos estratégicos a que dará particular atenção em 2026.

A última década tem sido marcada por eventos que evidenciam a fragilidade da humanidade à medida que as pressões ambientais aumentam e que vão agravando as crises associadas às alterações climáticas, à perda da biodiversidade e à poluição, que se reforçam mutuamente. O combate a esta tripla crise planetária exige uma atuação articulada junto da sociedade civil e das instituições públicas e governamentais.

Apesar deste cenário desafiante, vivemos também um momento decisivo, tanto no contexto europeu como nacional, com o aparecimento de soluções inovadoras e uma crescente mobilização coletiva que demonstram a nossa capacidade para construir um futuro mais sustentável e resiliente, capaz de proteger pessoas e natureza. Para que essa oportunidade não nos passe ao lado, ao nível nacional a C7 manterá a sua ação prioritária suportada nos princípios da proteção da legislação e da regulamentação ambiental, da boa governança e da implementação eficaz, onde o planeamento estratégico, o ordenamento do território, o financiamento adequado e a capacitação das entidades se afiguram instrumentos fundamentais.

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A C7 definiu 3 prioridades de ação em 2026:

  1. Reforçar o financiamento da conservação da natureza e a efetiva gestão das áreas classificadas
  2. Acompanhar as dinâmicas legislativas e contribuir para uma melhor Governança Ambiental
  3. Garantir uma transição energética justa, igualitária e ambientalmente sustentável

“Vivemos um momento crítico em relação ao clima e à biodiversidade. É da maior importância que o Governo, Assembleia da República e os Partidos Políticos abracem estas prioridades, essenciais para a resiliência das comunidades e nos acompanhem nesta difícil missão de proteção do ambiente.” Américo de Abreu Ferreira, Presidente do GEOTA, ONGA que coordena a coligação C7 em 2026

Prioridades de ação da C7 para 2026:

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1 – Reforçar o financiamento da conservação da natureza e a efetiva gestão das áreas classificadas

  • Procurar o reforço do financiamento nacional, designadamente por via do Fundo Ambiental, para as ações de conservação da natureza e da biodiversidade, nomeadamente para a implementação dos planos de gestão das áreas classificadas, dos planos específicos de ação para a conservação e recuperação de espécies e habitats e para o financiamento da participação das organizações não governamentais de Ambiente nos objetivos da ENCNB 2030 – Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade e da ENEA 2030 – Estratégia Nacional de Educação Ambiental.
  • Assegurar o adequado financiamento nacional e a continuidade dos projetos de conservação da natureza, nomeadamente daqueles cofinanciados por fundos da União Europeia (UE), como o Programa LIFE – o único programa dedicado exclusivamente ao ambiente, conservação da natureza e ação climática -, cuja relevância estratégica importa consolidar, também ao nível do próximo quadro financeiro plurianual da UE.
  • Avaliar os modelos vigentes de execução financeira dos fundos disponíveis para a conservação da natureza, nomeadamente, no âmbito dos Programas Operacionais Regionais (financiados pelo FEDER).
  • Contribuir para uma proposta de Plano Nacional de Restauro da Natureza ambiciosa, baseada na ciência, construída envolvendo todas as partes interessadas – de forma a garantir a sua operacionalidade – e com soluções de financiamento que permitam a sua efetiva implementação no terreno, pelos diferentes atores, desde as entidades da administração pública, aos proprietários, empresas e outras entidades da sociedade civil, através de mecanismos de incentivo e compensação adequados.
  • Fomentar a criação de novas áreas classificadas, tanto em terra como no mar, concluir os processos de classificação e de alargamento das áreas já propostas (p.e. da Reserva Natural da Lagoa dos Salgados e da Zona de Proteção Especial Tejo Internacional, Erges e Ponsul, respetivamente) e garantir a efetiva gestão das áreas já classificadas.

2 – Acompanhar as dinâmicas  legislativas e contribuir para uma melhor Governança Ambiental
A urgente resposta à crise climática e às preocupações geopolíticas e de competitividade não pode levar à diminuição do nível de proteção ambiental. A coligação C7 estará atenta às propostas de alteração da legislação e regulamentação com impacte na conservação da natureza e da biodiversidade:

  •  Ao nível nacional, atuaremos no sentido de garantir que “simplificação” não seja um sinónimo de desregulamentação e de menor preocupação e cuidado com o ambiente, muito especialmente no que diz respeito à avaliação ambiental e ao regime jurídico da urbanização e edificação. Ao nível europeu, em conjunto com os nossos parceiros, a C7 dará atenção ao novo pacote “Omnibus” – um instrumento usado pela UE para rever e alterar legislação já existente, incluindo Diretivas Europeias – para que não transforme ou enfraqueça a legislação comunitária no domínio do ambiente.
  • Ao nível da governança, é também propósito da C7 acompanhar as eventuais propostas de alteração das tutelas e da orgânica dos organismos dedicados à proteção ambiental, assim como defender a independência da autoridade nacional de conservação da natureza e biodiversidade, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), reforçando-a nos meios e no financiamento. Neste âmbito, a C7 vai prestar particular atenção à implementação de estratégias e programas nacionais com forte incidência ambiental.

3 – Garantir uma transição energética justa, igualitária e ambientalmente sustentável
Defendendo a transição energética, impõe-se que qualquer intervenção – designadamente na exploração dos recursos geológicos e no desenvolvimento de energias renováveis – assegure a prevenção, minimização e mitigação de impactes significativos sobre o património natural, em especial sobre a biodiversidade, garantindo a aplicação do princípio da precaução e da hierarquia da mitigação (evitar, minimizar, restaurar e compensar), privilegiando áreas de baixo conflito e excluindo intervenções em áreas classificadas, ecologicamente sensíveis ou produtivas, como espaços de uso florestal e agrícola. A C7 continuará a acompanhar com  atenção os processos de avaliação ambiental, nomeadamente da proposta de Plano Setorial das Zonas de Aceleração das Energias Renováveis em particular e das Energias Renováveis em geral.

De igual modo, pretendemos acompanhar as propostas de revisão da Lei de Bases do Clima nas suas implicações para o desenvolvimento económico e biodiversidade.
A C7 vai prestar particular atenção à implementação de políticas públicas, estratégias e programas nacionais com forte incidência ambiental.

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Sobre a C7:
A C7 é uma Coligação de Organizações Não-Governamentais de Ambiente, com o objetivo de atuar a uma única voz junto da sociedade civil e das instituições públicas e governamentais na defesa, proteção e valorização da Natureza e da Biodiversidade em Portugal.
Constituem a C7:
●    FAPAS – Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade | www.fapas.pt
●    GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente | www.geota.pt
●    LPN – Liga para a Protecção da Natureza | www.lpn.pt
●    QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza | www.quercus.pt
●    SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves | www.spea.pt
●    WWF Portugal | www.wwf.pt
●    ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável | www.zero.ong



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Sociedade

Os proprietários florestais que sofreram danos provocados pela recente tempestad…

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Os proprietários florestais que sofreram danos provocados pela recente tempestade, devem comunicar ao ICNF ou à respetiva autarquia local, até 25 de março, no caso de procederem à remoção do material lenhoso pelos seus próprios meios.

Após 1 de abril, estas operações passam a estar sujeitas a autorização do ICNF. Caso não haja comunicação, o Estado poderá avançar com a remoção do material lenhoso.

Para qualquer esclarecimento está disponível a linha de apoio do ICNF: 808 200 520.

Recuperar e valorizar a nossa floresta é proteger o nosso futuro. A melhor defesa é a prevenção.




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Justiça

Mulher acusada de tráfico de pessoas após tentar vender bebé por 2.500 euros

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O Ministério Público acusou uma mulher de vender o filho recém-nascido por 2.500 euros a um casal de Gondomar, num caso que envolve também crimes de falsidade de testemunho e falsas declarações.

Segundo a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGR-P), citada pela Lusa, a arguida anunciou na Internet, enquanto residia no Brasil, a sua disponibilidade para conceber crianças e entregá-las a terceiros mediante pagamento.

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Em dezembro de 2023, grávida do seu companheiro, que desconhecia a gravidez, a mulher foi contactada pelo casal de Gondomar, que procurava uma forma de contornar formalidades legais de adoção. Ficou acordado que a criança seria entregue por 2.500 euros após o nascimento.

O bebé nasceu em 21 de janeiro de 2024 na residência da arguida, tendo sido internado devido a complicações. No hospital, a criança foi registada em nome do arguido para que a mãe biológica pudesse abdicar da guarda posteriormente, permitindo a adoção pelo casal.

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Dias depois da alta, a criança foi entregue ao casal, e a arguida recebeu o pagamento. Suspeitas sobre o caso levaram o Ministério Público, segundo a Lusa, a investigar, tendo a criança sido retirada ao casal e encaminhada para uma instituição de adoção.

Os três arguidos envolvidos enfrentam acusações de tráfico de pessoas, enquanto dois também estão indiciados por falsidade de testemunho e falsas declarações.

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