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Política

MONTEMOR-O-NOVO: ELEITOS DA CDU APROVAM VOTO DE SOLIDARIEDADE COM ESTRUTURAS ARTÍSTICAS

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Os eleitos da CDU da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo aprovaram voto de solidariedade com as estruturas artísticas do concelho.

As estruturas artísticas de Montemor-o-Novo que apresentaram candidaturas para o biénio 2020/2021 foram consideradas elegíveis, nomeadamente o Projeto Ruínas e a Algures – Coletivo de criação. No entando, apesar da elegibilidade da candidatura, foi recusado qualquer apoio financeiro com a justificação de falta de dotação orçamental do Estado.

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Em comunicado à Comunicação Social, os eleitos da CDU por Montemor-o-Novo, afirmam que “Estes cortes põem em causa a continuidade do desenvolvimento da atividade e produção artísticas e criativas do Projeto Ruínas, com 75% de pontuação final, e da Algures – Coletivo de criação, com 75,75% de pontuação final”. De realçar que também a Associação Alma d ́Arame sofreu um corte de 50% em relação ao Plano de Atividades candidatado.

Neste quadro, os eleitos da CDU da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo apresentaram, em reunião de Câmara Municipal realizada em 16 de outubro, a sua Solidariedade com estas estruturas artísticas, considerando que só com o reforço das verbas destinadas ao apoio às artes é possível responder às necessidades efetivas de criação e programação artísticas, esperando que esta situação seja revista rapidamente, com dotação orçamental que responda, pelo menos, às reclamações apresentadas pelas Associações. Mantem igualmente a sua disponibilidade e compromisso para o apoio à Cultura, dimensão fundamental para a Democracia e o Progresso do Concelho, da Região e do País.

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Este Voto de Solidariedade foi aprovado pelos Eleitos da CDU, com os votos contra dos Eleitos do Partido Socialista.

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Alcácer do Sal

Calamidade: Alcácer do Sal adia Eleições Presidenciais devido à falta de segurança

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A Câmara Municipal de Alcácer do Sal anunciou, esta quinta-feira, o adiamento das eleições para a Presidência da República no concelho. O ato eleitoral, inicialmente previsto para este domingo, foi reagendado para o dia 15 de fevereiro em articulação com as entidades competentes. A autarquia justifica a decisão com a ausência de “condições de segurança necessárias”, resultante da avaliação contínua do terreno após as cheias provocadas pelo mau tempo.

O município encontra-se em situação de calamidade e as condicionantes incluem graves problemas na circulação, acessos e no estado de conservação de edifícios públicos e infraestruturas. Segundo o comunicado da câmara, o adiamento visa garantir a deslocação segura de eleitores, forças de apoio e trabalhadores envolvidos no processo.

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Saúde preventiva: Amareleja recebe rastreio de cancro este sábado
Apesar do cenário meteorológico, mantém-se agendado para o próximo sábado, 07 de fevereiro, um rastreio gratuito de Cancro da Pele e Oral na Amareleja. A iniciativa decorrerá na Ludoteca (Rua das Escolas, 2), entre as 09h00 e as 18h00.

O rastreio de cancro da pele foca-se em pessoas com mais de 50 anos ou historial familiar da doença. Já o rastreio oral é direcionado a fumadores com 40 ou mais anos ou utentes com sintomas como dor e lesões na boca. As inscrições podem ser feitas através dos números 966 968 351, 964 069 817 ou 967 333 309.

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Alentejo

Ventura ataca “vazio de liderança” no Estado e recusa pedir votos no meio da tempestade

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O candidato presidencial André Ventura passou esta quarta-feira, 4 de fevereiro, pelo distrito de Beja, onde endureceu o discurso contra as instituições nacionais. À entrada do Comando Territorial da GNR de Beja, o líder do Chega afirmou que Portugal parece estar “sem rei nem roque”, classificando a atual gestão da crise meteorológica como digna de uma “verdadeira república das bananas”. Ventura criticou severamente a ausência do Presidente da República do território nacional e a falta de acionamento do Mecanismo Europeu de Proteção Civil perante a gravidade das cheias.

Mais tarde, durante uma visita à Adega do Monte Novo e Figueirinha, o candidato tomou uma posição invulgar em plena reta final de campanha: recusou fazer apelos diretos ao voto para o próximo domingo. Ventura argumentou que, com populações devastadas pelo mau tempo, o foco deve estar na resolução dos problemas práticos e não na propaganda eleitoral. “Não me parece fazer sentido que a minha mensagem seja de apelo ao voto, deve ser ‘resolvam os problemas destas pessoas’”, defendeu, admitindo que esta postura acarreta riscos políticos óbvios a poucos dias da ida às urnas.

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A postura de Ventura em Beja surge num momento em que o distrito enfrenta cortes de estradas e inundações severas, servindo de palco para o candidato reforçar a sua imagem de “anti-sistema”. Ao focar-se na crítica à “falta de presença institucional” e ao exigir medidas como a isenção de portagens em zonas afetadas, André Ventura tenta capitalizar o descontentamento das populações que se sentem abandonadas pelo Estado central durante a passagem das sucessivas tempestades que têm assolado o Alentejo.

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Alentejo

António José Seguro mobiliza Alto Alentejo e defende interior como “território de esperança”

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Em contagem decrescente para a segunda volta das eleições presidenciais, cuja votação se realiza no próximo domingo, António José Seguro iniciou a semana no Alto Alentejo, onde passou a última segunda-feira, dia 2, num périplo que teve início em Elvas, seguiu para Campo Maior e terminou em Portalegre. Segundo as informações recolhidas, após conceder uma entrevista à RTP a partir do Museu da Tapeçaria, o candidato presidencial participou num comício no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre perante cerca de 500 apoiantes. Na sua intervenção, o candidato defendeu uma estratégia nacional de valorização das regiões do interior, sublinhando que estas devem ser encaradas como parte essencial do futuro do País e afirmando que «o interior não é um fardo nem um território dispensável».

Durante o discurso, António José Seguro rejeitou a ideia de que o interior esteja condenado ao despovoamento, frisando que estes territórios possuem talento e inteligência, mas carecem de políticas públicas consistentes que promovam a fixação de população. De acordo com o relato do evento, o candidato destacou o Grupo Nabeiro – Delta Cafés, em Campo Maior, como um exemplo claro de como é possível prosperar a partir do interior para o mundo inteiro. Apontou ainda o empreendimento de Alqueva como um caso paradigmático de desenvolvimento, defendendo que a disponibilidade de água transformou profundamente o Alentejo e criou novas oportunidades para as gerações mais jovens. «Sou um homem do interior. Nasci na Beira Baixa e não preciso de aprender agora o que é o interior de Portugal», reforçou Seguro, garantindo que não desistirá de combater as desigualdades territoriais.

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A sessão contou igualmente com a intervenção de João Manuel Nabeiro, mandatário distrital da candidatura, que centrou o seu discurso na necessidade de estabilidade, confiança e união nacional. Segundo o mandatário, o País precisa de alguém que una e inspire, lembrando que o futuro se constrói com responsabilidade e visão clara. João Manuel Nabeiro sublinhou ainda que a estabilidade política é um fator essencial para o progresso, definindo-a como uma base sólida para avançar, e concluiu afirmando que a candidatura de António José Seguro representa uma visão humanista e agregadora, necessária para que os portugueses sintam que o país continua em boas mãos.

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Política

Coruche: PCP acusa Município de “negligência” após derrocada da Ponte da Escusa

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A gestão política da Ponte da Escusa, no Couço, está no centro de uma nova polémica. A Comissão de Freguesia do PCP acusou o executivo municipal de Coruche, liderado pelo PS, de “total irresponsabilidade” após a estrutura da ponte ter sofrido uma derrocada completa na última quarta-feira, 29 de janeiro, devido às cheias do rio Sorraia. Em comunicado, os comunistas lembram que a travessia está inutilizada desde dezembro de 2022 e que a nova ponte prometida em 2023 nunca saiu do papel.

Para a estrutura local do PCP, a situação é insustentável. Relembram que, após o deslizamento dos tabuleiros provocado pela acumulação de jacintos de água há mais de dois anos, o Município comprometeu-se com uma solução rápida. Contudo, denunciam que o executivo tem acumulado “desculpas e adiamentos”, deixando a população do Couço “abandonada” e prejudicando gravemente a mobilidade, a segurança e o transporte de mercadorias numa zona estratégica do concelho.

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Além da falta de obra, o PCP alerta para o estado degradado das alternativas rodoviárias, que não têm recebido manutenção e estão a causar prejuízos e avarias nos veículos dos utilizadores. Perante o cenário de derrocada total, o partido exige agora “transparência total” e o início imediato da construção da nova infraestrutura, afirmando que a população do Couço exige respeito e soluções concretas em vez de “promessas vazias”.

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